
Depois de uma ausência prolongada (viva o Carnaval e as férias!), heis que estou de volta, desta vez para contar uma história:
o Valter (resolvi chamar-lhe assim em honra ao Namorado Imaginário da minha amiga pequenita-por-fora) nasceu muito pequenino. E assim foi ficando, muito pequenino, muito frágil. Nem sempre foi fácil para mim conviver com ele, porque de vez em quando precisava de forças que ele não me podia dar. Mas fui aprendendo.
Hoje (os tempos são outros, as prioridades revêem-se e as pessoas que nos rodeiam transmitem outra segurança) ele está um bocadinho maior, já é uma criança quase normal, de vez em quando até brinca. Claro que nunca vai poder jogar à bola com os outros meninos, no fundo continua a ser bem pequenino, apesar de tudo o que cresceu. Mas eu gosto dele assim.
Sabem o que me deixa mesmo triste?? É que as pessoas que eu penso que me conhecem, não saibam que o Valter é assim tão pequenino. Ou que desconheçam que eu vivo Feliz assim, que não preciso que ele seja mais forte! Mas quem me conhece verdadeira e profundamente já conhecia o Valter, tal como ele é!
Esta é a história do meu Ego Valter... e viveu feliz para sempre? Diz-me TU!
Já agora: conhecias o Valter?